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Nossa História

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Síntese da história de Madureira na cidade de Jundiaí:

De acordo com informações dos irmãos que presenciaram os fatos e que pela misericórdia de Deus, ainda vivem e estão ativos na obra do Senhor, os trabalhos do Ministério de Madureira em Jundiaí, tiveram início no ano de 1960. O primeiro local de culto foi um salão pequeno situado num local conhecido, na época como bairro da Biquinha, este local ficava localizado nas imediações de onde, hoje, passa a Avenida 9 de Julho. Segundo informações, o trabalho foi aberto por irmãos oriundos da Assembleia de Deus da Missão. Entre eles destacava-se o irmão Sebastião Pinto, que tinha três filhas solteiras: Dalva, Dirce e Dalvirce.

À medida que o trabalho foi crescendo, e se tornando conhecido como pertencente ao Ministério de Madureira, além das almas que iam se convertendo, a Igreja recebeu também a adesão de mais alguns irmãos que se desligaram, não se sabe por qual motivo, da Assembleia de Deus da Missão, Ministério coirmão, que já existia na cidade desde 1930. Entre eles é possível citar: José Rodrigues, hoje pastor jubilado que retornou a missão; João Amésio; Sebastião Pinto; Antônio de Araújo, hoje na Missão; pastor Sebastião Araújo, hoje pastor e ainda atuante em Madureira; Aquino Ângelo Luiz, In Memoriam; Elizeu Dantas do Amaral; José Cunha Filho; Benedito Trajano;InMemorian; Geraldo de Araújo; Alfredo Carolla; e outros. Cada um deles com sua respectiva família.

No ano de 1962, chegava a Jundiaí, para servir o exército o jovem Jair de Barros, hoje pastor atuante no Ministério da Missão. Sendo ainda novo convertido, e encontrando o salão acima citado, uniu-se aqueles irmãos para juntos servirem ao Senhor. Ele diz recordar-se do batismo de poucos irmãos realizado num córrego pequeno que passava pela Rua Pirapora do Bom Jesus, na Vila Rami, onde hoje pode ser visto ainda um pequeno fio de água. Os preparativos para esse batismo foram feitos na casa do irmão Sebastião Pinto, que morava ali perto.

Lá pelos idos de 1963, os irmãos já congregavam em um salão de bom tamanho, situado à Rua Bom Jesus de Pirapora, 1177. Ali ficaram por muitos anos. Os irmãos Antônio de Araújo e Sebastião Araújo tiveram grande destaque neste início de trabalho.

Percebendo que não poderiam ficar isolados, os irmãos procuraram o apoio da Igreja do Brás (SP), que naquele momento não os pode receber, mas os enviaram aos cuidados da igreja de Sumaré – Nova Odessa. Então o pastor presidente da Igreja de Sumaré (SP), enviou para cuidar da igreja em Jundiaí, o pastor Joaquim Granjeiro de Freitas, ficando a igreja de Jundiaí oficialmente subordinada aquele campo de trabalho.

Nesse período o irmão Jair de Barros, tendo encerrado de servir o exército, e por se encontrar desempregado, regressou à sua cidade e ali permaneceu por algum tempo.

Segundo consta no 1º livro de Atas da Igreja, na página dois, o Pr Joaquim Granjeiro de Freitas por meio de edital de convenção publicado no jornal “folha de Jundiaí” em sua edição do dia 26 de janeiro de 1965, reuniu em Assembleia Geral, os membros da Igreja para decidirem sobre o futuro do trabalho da Assembleia de Deus Ministério de Madureira em Jundiaí.

Após oração de abertura e algumas considerações iniciais, o Pr Joaquim Granjeiro informou aos presente o motivo da convocação. Tratava-se da necessidade de se realizar, oficial e legalmente, a fundação da Igreja em Jundiaí, alegando serem estes os desejos, aspirações e reivindicações da maioria dos irmãos. Tendo esclarecido a razão da Assembleia, o pastor pediu aos membros que indicassem alguém para presidir os trabalhos da Igreja, na condição de Presidente. Tendo dito isso, teve seu nome indicado por aclamação, o qual aceitou prontamente. Escolheu o secretário para elaboração dos estatutos e suspendeu a sessão para que fossem realizados trabalhos burocráticos. Reiniciada a sessão, os estatutos foram submetidos à aprovação dos presentes. Após aprovação unânime, o pastor suspendeu novamente a sessão para que se compusessem as chapas para a votação. Reiniciando os trabalhos, tendo sido apresentada chapa única e aprovada por aclamação, recebeu posse a diretoria encabeçada pelo Pr Joaquim Granjeiro de Freitas, na condição de Pastor Presidente, e demais membros.

Durante este período, alguns irmãos, passaram a congregar em um salão, ou melhor, numa sala da casa da mãe dos irmãos Antônio e Sebastião Araújo, estabelecendo-se ali um novo local de trabalho.

Em 13 de Março de 1965, o Pastor Joaquim Granjeiro de Freitas renunciou ao seu cargo e o devolveu ao Pastor Luiz Gonzaga um dos ícones do Ministério de Madureira, de saudosa memória, que nesta ocasião presidia a Assembleia de Deus do Brás.

O Pastor Luiz Gonzaga de Medeiros recebeu de volta os trabalhos pertencentes ao Ministério de Madureira em Jundiaí e nomeou como supervisor desta Igreja, seu vice-presidente, o Evangelista José de Oliveira. A Igreja voltou à sua condição anterior, isto é, um trabalho reconhecido, pertencente ao Ministério de Madureira, mas subordinado a outro campo. Esta ata foi registrada em cartório no dia 20 de abril de 1965.

O Ev José de Oliveira supervisionou a Igreja de Jundiaí, no período de 13/03/1965 à 08/11/1965. Após esse período a igreja ficou sem supervisão durante quatro meses, de 08/11/1965 a 13/03/1966, período no qual, ficou como responsável pela igreja em Jundiaí, o Pb Antônio Araújo.

No dia 13 de março de 1966, o presidente da igreja do Brás (SP), Pr José Eduardo Modesto enviou para esta cidade o Ev Valdomiro Rosa, o qual foi empossado como supervisor da igreja local.

O Ev Valdomiro não pode fixar residência em Jundiaí, devido ao bom emprego que possuía na prefeitura de São Paulo, e quase todos os dias, vinha cuidar dos trabalhos e voltava para sua casa.

O Ev Valdomiro Rosa trouxe de São Paulo, o Pb Faustino Nicácio de Oliveira, seu cunhado, que foi de grande utilidade nesta igreja. Apesar do desconforto de viajar quase todos os dias, São Paulo/Jundiaí e Jundiaí/São Paulo, o irmão Valdomiro foi quem teve o mais longo período de supervisão em Jundiaí, quase seis anos. Neste período, iniciou-se um grande crescimento no trabalho de Jundiaí, várias congregações foram abertas, em sua grande maioria originadas em núcleos familiares, tais como: a da Pensão Mineira, na Rua Torres Neves, 260 Centro, de propriedade da irmã Haidê Gomes Campos, onde foi morar o Pr Jair de Barros, que após sua volta definitiva para Jundiaí, exerceu grande influência sobre as pessoas que ali moravam, ganhando várias para Jesus, inclusive a dona, a irmã Haidê. E ainda outros, pela ordem de criação como: Jardim Tamoio, por meio da irmã Haidê e família que cedeu o primeiro local de culto; Vila Nambí; Ivoturucaia, por meio da irmã Odete e família; Jardim Tarumã, por meio do irmão José Macedo e família; Louveira; e Novo Horizonte, antigo Varjão; além da construção da nova Sede na Rua 4, nº 139, Jardim Búfalo – Vila Hortolândia. Este local é conhecido atualmente como: Rua Madre Tereza do Menino Jesus, 139, Vila Hortolândia. Sede esta bastante ampliada posteriormente.

Após a saída do Pr Valdomiro Rosa, o Pr José Eduardo Modesto, presidente da igreja do Brás (SP), passou a direção da nossa igreja aos cuidados da Assembleia de Deus em Campinas (SP), em que o Pr Luiz Gonzaga de Medeiros era o Presidente do setor: Campinas e Região. O Pr Luiz Gonzaga de Medeiros nos presidiu por muitos anos e foi substituído pelo Pastor Manoel Ferreira. A área compreendida por Campinas e Região pode considerar-se privilegiada, pois durante quase vinte anos, 1965 a 1985, sem nenhum demérito ao grande Pastor Ataíde Rodrigues Lima que a presidiu no período de 17/08/1975 à 07/07/1976, foi presidida por dois dos homens que mais marcas têm deixado no Ministério de Madureira: o Pastor Luiz Gonzaga de Medeiros In Memoriam e o Pastor Manoel Ferreira presidente vitalício da CONAMAD.

Durante a gestão dos dois pastores acima citados, foram enviados a Jundiaí vários obreiros supervisores, na verdade pastores dirigentes, subordinados a Campinas (SP). Foram eles:

1 – Ev Valdomiro Rosa (enviado pela AD Brás)             13/03/1966 à 18/02/1972.

2 – Pr Antônio Teixeira                                                       18/02/1972 à 05/08/1973.

3 – Pr Sebastião Lemos Germano - In Memoriam         05/08/1973 à 04/08/1974.

4 – Ev Isaías Fernandes da Silva - In Memoriam          01/09/1974 à 17/08/1975.

5 – Pr Vicente Galleli            - Veio de Itu                         17/08/1975 à 07/07/1976.

6 – Pr Severino Elias de Assis – Veio de Goiás            04/09/1976 à 05/11/1978.

7 – Pr Manoel Barbosa Batista – Veio de Franca         05/11/1978 à 20/09/1980.

8 – Pr Jair de Barros - Veio da Missão         (aprox.)20/09/1980 à08/12/1984.

Passaram também como supervisores da Igreja de Jundiaí, o PrIsmar Vieira Malta e o Pb Sebastião Bento, mas por períodos muito curtos.

A partir dos primeiros anos da década de 80, começou em Jundiaí um forte desejo para tornar o campo novamente independente. O que ocorreu no ano de 1985. E na condição de campo independente, autônomo, o Ministério de Madureira em Jundiaí, passou a ser administrada por pastores presidentes, como representantes diretos da CONAMAD, Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério de Madureira. Presidiram este campo os seguintes pastores:

Presidentes Período PermanênciaAproximada
1 Pr Dirceu Benedito de Paula 08/12/1985à29/03/1990 Aprox. 4 Anos
2 PrWalchis Vicente da Rocha Filho 29/03/1990 à 29/10/1990 7 Meses
3 Pr Malvino de Souza 29/10/1990 à 15/12/1994 Aprox. 4 Anos
4 Pr Benedito Durães 15/12/1994 à 10/12/1995 Aprox. 1 Ano
5 Pr Marcos Vieira Henrique 10/12/1995 à 21/10/1997 Aprox. 2 Anos
6 Pr Hélio Antônio de Santana 21/10/1997 à 06/09/2003 Aprox. 6 Anos
7 Pr José Caires de Lima 06/09/2003…  

Desde o dia 06/09/2003, estamos sendo presididos pelo Pr José Caires de Lima, que já se tornou o presidente com o maior tempo de permanência na presidência deste campo. Essa estabilidade e o fato de exercer uma liderança conciliadora, transparente e espiritual, juntando-se a sua humildade, simplicidade e sabedoria, tem trazido uma grande estrutura e um crescimento equilibrado ao Campo de Jundiaí, que mais que dobrou em número de membros e congregações em sua gestão.

Desde sua fundação, o Ministério de Madureira em Jundiaí tem enfrentado muitas e grandes lutas, mas em todas elas o Onipotente Deus tem lhe dado vitória. Desde sua fundação um Ministério abençoado por Deus, próspero e coeso, que tem avançado exponencialmente em toda a região e até mesmo no âmbito Nacional, com congregações no Nordeste Brasileiro. Restaurou um número incontável de vidas pela pregação responsável da Palavra de Deus.

Portanto, cabe a cada um dos obreiros de Jundiaí, ter plena consciência e convicção do valor, da importância e da história do Ministério ao qual pertence, e amá-lo, ser-lhe fiel e lutar por seu crescimento.